ESPLENDOR NA RELVA / Splendor In The Grass



"Splendor In The Grass"
Drama
EUA, 1961
Realização: Elia Kazan
Actores: Natalie Wood, Pat Hingle, Audrey Christie, Barbara Loden, Zohra Lampert, Warren Beatty
Cor
124 minutos


A conturbada história amorosa de dois jovens, Deanie e Bud, quando os Estados Unidos estavam à beira da Grande Depressão. Um intenso amor que põe em causa a capacidade mental de Deanie e coloca Bud, também pressionado pelo pai, confuso quanto ao seu futuro.



A minha classificação: 9/10

10 comentários:

Anónimo disse...

o melhor filme, do género romance, que vi até hoje. não tenho palavras para explicar o quanto é excelente!

Anónimo disse...

quando era jovem aos 17 anos assisti este filme do lado de um grande amor q nao deu certo por falta de maturidade ele morreu muito jovem oq restou foi a lembraça do filme tenho 42 anos

Cris disse...

ESPLENDOR NA RELVA



"...A luz que brilhava tão intensamente
Foi agora arrancada dos meus olhos,
E embora nada possa devolver os momentos
De esplendor na relva e glória na flor,
Não sofreremos,
Melhor...,
Encontraremos força no que ficou para trás..."


William Wordsworth


Estes versos têm sido o meu alento!!

ladysil disse...

amei este filme e ele sempre estará comigo.
apesar de eu nunca ter me conformado com o final...
e o poema é lindo.
tudo nele é uma obra prima.

jucilene disse...

Nossa! Este filme marcou a minha vida, retrata uma hitória de amor que não teve final feliz assim como a minha...

Lenora disse...

"Nada trará de volta a hora do esplendor e a glória da flor. Por isso não choremos,mas no passado força e consôlo busquemos". Assistí esse filme maravilhoso quando tinha quinze anos e estava apaixonada por um rapaz muito parecido com o Bud.Hoje, passados tantos anos, ele já faleceu, mas eu nunca o esqueci, nem ao filme. Quanta saudade... é muito triste envenlhecer.

ALEXANDRE LOBO REIS disse...

Esse filme retrata muito bem inúmeros casos de amores avasaladores e eternos que por desencontros da vida e das pessoas tornaram-se impossíveis. Quantos e quantos de nós não passamos por isso. Difícil é não sofrer. Díficil é não chorar. Difícil é não morrer cada dia um pouco ao nos lembrarmos desses momentos maravilhosos que não voltarão nunca mais.

Nunca mais...

José Jorge Neves Barbosa disse...

Vi esse filme logo após terminar um noivado, há 26 anos atrás, eu estava completando 21 anos, a Regina era o amor da minha vida, sofri um ano inteiro, tive a chance de voltar, mas sabia que nunca mais seria igual, sabia que toda a magia e pureza do amor tinha se perdido para sempre. Ela era minha alma gêmea, meu primeiro e grande amor. Numa sexta feira, depois de três meses do rompimento, ela ligou para minha casa, ela estava em Juiz de Fora e eu no Rio de Janeiro, tínhamos morado juntos quase um ano, foi um relacionamento de quase dois anos, eu no íntimo sabia que se voltasse pra ela ia sofrer e fazê-la sofrer, tudo tinha acabado e tinha que aceitar, aceitar que a pessoa que me fazia rir, chorar, que me dava força, me fazia sonhar, A pessoa que eu tinha prazer somente em contemplá-la, de vê-la dormindo, alegria de ver o doce e meigo olhar dela, tinha que aceitar que nunca mais tocaria seu corpo, beijaria sua boca, a teria em meus braços, sufocaria seu choro com meus beijos, alisaria seus longos cabelos, a protegeria com meus braços nos momentos de angústia e incertezas. Tudo tinha acabado..e acabou.
Hoje ela está casada e tem um filho, eu casei e tenho três filhos, o mais novo com 1 ano e 4 meses e o mais velho com 7 anos, meus amores. A Regina..nunca mais a vi, acho que se mudou para o Sul. É melhor procurar alento no que ficou para trás. A vida passa, as pessoas passam, tudo passa, muitas vezes buscamos no passado os melhores momentos de nossa mocidade, a alegria de viver que tínhamos quando éramos jovens.
Reencontrei minha ex-noiva depois de uns dez anos, chegamos a nos encontrarmos uns três finais de semana bem espaçados, a maior decepção que tive foi ver que ela não era mais a mesma pessoa por quem me apaixonara perdidamente, ela tinha mudado, como tudo na vida, tinha ficado amarga com as decepções da vida. Jamais espere que as pessoas continuem as mesmas depois de tanto tempo, a vida tira nossa magia, nossa pureza e leva em bora nossos sonhos, nos leva contra nossa vontade para lugares e situações não desejadas. Procure pedacinhos de felicidade nas entrelinhas de sua vida, do passado, do presente e da esperança do futuro, com eles monte um enorme quadro em forma de quebra cabeças dos momentos felizes que viveu, vive e espera viver. Lembre-se de ainda..tentar sonhar..

Anónimo disse...

tenho 47 anos, acho que vi todas as vezes que passou na tv. eu era um guri de uns 16 ou 17 anos a 1ª vez que vi. mas o nome era "Clamor do Sexo". o título original só foi usado aqui no Brasil na refilmagem, acho que dos anos 90.

Sônia Reis disse...

Muito lindo,mas final triste até hojé não esqueci.gostaria de ver novamente.
o que ficou em minha mente gravado foi estas pequenas frase.

"NADA PODERÁ TRAZER VOLTA O MOMENTO
DO ESPLEDOR NA RELVA,GLÓRIA DE UMA FLOR,MAS NÃO SE DESESPERE É MELHOR PROCURAR ALENTO NAQUILO QUE FICOU PRA TRÁS"

 
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